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Enfrentando o Diabetes sem medo! - Marcia Nogueira



 

 

 

Marcia Nogueira
• Diretora Técnico-científica da área de
podologia da revista eletrônica Belezain
• Professora e Podóloga
Tel: ((11) 9590.0857
e-mail:podologamarcianogueira@hotmail.com

Podologia

Enfrentando o Diabetes sem medo!

 

Chamamos de diabetes a enfermidade que aumenta a quantidade de açúcar, ou seja, de glicose no sangue.

Os alimentos que ingerimos são transformados em açúcar. É a insulina que ajuda o transporte do açúcar às células do corpo, que será transformado em energia. Quando o corpo não produz insulina ou não produz o suficiente, ou ainda não funciona normalmente, pode-se dizer que se tem diabetes.

Os níveis altos de açúcar no sangue podem causar sérios problemas de saúde. Existem 2 tipos de classificação do diabetes: do tipo1 e do tipo 2.

O diabetes do tipo1, ou diabetes mellitus insulinodependente, ocorre com maior freqüência em jovens. Nesse caso, é necessário tomar insulina através de injeção, para suprir a falta ou produção insuficiente do corpo.

Já o do tipo 2 ou diabetes sem dependência de insulina (também conhecido como não insulinodependente), o corpo produz insulina, mas ela não funciona adequadamente. O diabetes do tipo 2 é mais comum em pessoas adultas, com excesso de peso e em pessoas com antecedentes familiares de diabetes.

Esse tipo de diabetes é controlado mediante um equilíbrio entre: os alimentos que comemos, exercícios físicos, controle de peso e em alguns casos, medicamentos, sejam eles comprimidos ou insulina.

Quando os níveis de açúcar ficam elevados por muito tempo podem causar sérios problemas nos olhos, nos nervos, nos rins, no coração (nas artérias e veias) e nos pés. Como a insulina não funciona adequadamente, o açúcar se acumula no sangue e é eliminado na urina.

A presença de açúcar no sangue e na urina pode causar sintomas como: cansaço, perda de peso, sede, visão turva e necessidade freqüente de urinar. Caso o nível de sangue não seja controlado, com o tempo, podem surgir problemas mais sérios, como: cegueira, a necessidade de se amputar o pé e até a perna e a hemodiálise.

É possível, em alguns casos, ter o nível elevado de açúcar sem que nenhum sintoma apareça. Os testes para medir os níveis de açúcar no sangue, mais comuns são: colocar uma gota de sangue em um medidor especial ou o teste da urina, onde se usa uma fita especial que, em contato com a urina, acusa a presença de açúcar ou cetonas.

A presença de cetonas na urina pode significar que o nível de açúcar no sangue está descontrolado. Consultar um médico é importante, pois, talvez seja necessário ajustar o tratamento.

Outro teste, realizado em laboratório, é o exame de sangue chamado HbA1C (Hemoglobina glicolisada). O exame citado acima mostra o nível médio de controle do açúcar sangüíneo nos últimos 2 ou 3 meses.

Compete ao médico qual é o melhor teste para cada caso. Os comprimidos funcionam de várias maneiras para ajudar a diminuir o nível de açúcar no sangue. Na utilização desses, o paciente deverá fazê-lo sempre sob orientação médica. Se o paciente deixar de tomar o medicamento, não poderá fazê-lo junto com a próxima dose.

Na utilização da insulina, o paciente aprende a preparar a seringa e a injetá-la corretamente, escolhendo lugares diferentes do corpo a cada aplicação para que a insulina seja bem absorvida, para isso terá que aprender a manuseá-la corretamente.

A utilização da insulina ou comprimidos são medicamentos que podem controlar o diabetes, mas que às vezes, podem baixar demasiadamente o nível de açúcar no sangue, especialmente durante e depois da prática de exercícios físicos ou se: o paciente não se alimentar, se comer tarde se não comer o suficiente ou se tomar medicamento em excesso.

Os principais sintomas de baixo nível de açúcar no sangue são: tremor, tontura, irritabilidade, fome, sonolência, sudorese e cansaço. Caso o paciente apresente alguns desses sintomas, é necessário comer ou beber imediatamente algum alimento doce.

O médico dará orientações sobre como evitar os problemas de baixo nível de açúcar no sangue. Seguir as orientações, participar de grupos de apoio e explicar à família e amigos o que podem fazer para ajudar, são medidas de grande valia para o diabético.

Vale a pena lembrar que o diabetes não tem cura, mas que pode ser controlado com uma alimentação balanceada, com a prática de exercícios físicos e com medicamentos.

O paciente pode ter uma vida normal e saudável mesmo sendo diabético(a).

 

 
 










 


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