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A Eletroterapia na Podologia - Parte 1 - Marcia Nogueira



 

Marcia Nogueira
• Diretora Técnico-científica da área de
podologia da revista eletrônica Belezain
• Professora e Podóloga
Tel: ((11) 9590.0857
e-mail:podologamarcianogueira@hotmail.com

Podologia

A Eletroterapia na Podologia - Parte 1

 

Eletricidade
Podemos dizer que eletricidade é uma forma de energia. A energia é definida como capacidade de trabalho, portanto é um potencial armazenado.

Desde a antiguidade, fenômenos físicos, envolvendo a eletricidade, vêm sendo observados. Todavia, somente nos últimos séculos é que os cientistas passaram a entendê-los melhor.

Para explicar certas atrações e repulsões entre as massas dos objetos, atribuímos a eles uma propriedade chamada de carga elétrica.

Ela pode ser de dois tipos: positiva ou negativa.

O conjunto de cargas em movimento é denominado: corrente elétrica.

Alta-freqüência:
Quando a freqüência das etapas de intensidade de uma corrente elétrica, ultrapassa alguns centésimos de ampéres, provocam reações no organismo humano.

Quanto mais rápida a freqüência das etapas, chegando à cifra de 1.000 por segundo ou mais, ela atravessa o organismo, dando a impressão de calor. É o que acontece com a corrente de alta-freqüência, pois pela rapidez de alternâncias, neutraliza qualquer efeito químico e faz com que a percepção sensível seja impossível.

Somente se percebe o fenômeno que resulta, na elevação da temperatura. A estética começou a utilizar esse equipamento em 1938, na França, hoje em dia é um dos auxiliares indispensáveis para o profissional, pela amplitude de sua utilização.

O aparelho gera corrente elétrica de intensidade controlada e indolor. Possui uma bobina de alta tensão conectada a um eletrodo de vidro, que contém um gás, produzindo um fluxo de luz fraca e faíscas que, ao entrarem em contato com o ar, liberam átomos de oxigênio, gerando o ozônio (O3).

Ozônio:
Tem sua origem não como produto químico, mas como gás. É um gás com odor penetrante, que se dissolve rapidamente em contato com o ar.

É uma forma instável do oxigênio, na qual 3 átomos, combinados, formam a molécula O3. Se a luz solar não fosse filtrada pela camada de ozônio, a vida na Terra não seria possível.

Aplicação do ozônio:
 Na Medicina: Possui propriedades bactericida, bacteriostática (controla a proliferação de certas bactérias), fungicida, viruscida e cicatrizante. Vem sendo usada com eficácia desde 1930, no tratamento de diversas afecções da pele e na fisioterapia.
• Na conservação de frutas e carnes.
• Na odontologia, no tratamento da água mineral.
• Na purificação de ar e renovação do ar confinado.
• Na esterilização de ambientes.
• No tratamento de águas industriais.
• Na estética, o vapor é utilizado há aproximadamente 16 anos.
• Na podologia, como veremos a seguir Penetra no corpo humano pelas vias: pulmonares, mucosas e cutâneas.

Pela pele, penetra de acordo com o estado de hidratação, considerando sua espessura.

As principais ações do ozônio são:
• bactericida (destrói algumas bactérias que colonizam a pele),
• viruscida (cauteriza verrugas),
• fungicida (destrói certos fungos) e hemostática (cauterizante). É um desinfetante poderoso e eficaz.
Favorece a circulação local e geral, regenerando assim, a epiderme.

IMPORTANTE: A utilização do ozônio em pequenas concentrações, quase não apresenta contra-indicação. São utilizados três tipos de gases que dão cor aos eletrodos.

São eles:
 NEON: Possui coloração laranja- avermelhada e é indicado para peles sensíveis e delicadas.

 CHENON: Possui coloração azulada e uma ação mais agressiva sobre a pele. É indicado para peles menos sensíveis.

 ARGON: Possui coloração azul-arroxeada e é indicado para peles mistas.

Obs.: Fotos Podóloga Márcia Nogueira

 
 

















 


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