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Fitoterapia -Parte1 - Suzete Barreto



 

FITOTERAPIA

Parte 1

Suzete Barreto

Terapias - Fitoterapia - Vida Estética
por Suzete Barreto - publicada na revista Vida Estética

É a cura através das plantas. Usada desde os primórdios pelos gregos, romanos, hindus, chineses e egípcios que já dispunham de informações detalhadas sobre as ervas medicinais. Suas qualidades eram transmitidas oralmente, de uma geração a outra.

Eram descobertas por intuição, experimentos ou até observação. O médico grego, Hipócrates, também chamado o “pai da medicina”, já utilizava a fitoterapia aliada a outras práticas alternativas como alimentação, hidroterapia etc.

Até os dias de hoje, consciente ou não, a terapia é praticada pelo homem, não só em um simples chá ou tinturas, mas também como:

Suco – Bater no liquidificador, acrescentar um pouco de água, coar e servir. Exemplo: suco de repolho, recomendado para problemas estomacais, pois contém vitamina U que reconstitui a mucosa do estômago.

Sumo – Feito com a maceração da folha. Depois, espremer em um pano retirar todo caldo. Assim mantém-se a vitalidade e os princípios ativos. Ex: hortelã, para combater diversos vermes. Misturar em partes iguais o sumo com o mel de abelhas. Ingerir em jejum durante quinze dias seguidos.

Salada – Comer folhas cruas nas refeições antes dos cozidos para absorver melhor as vitaminas e os sais minerais, além de proteger o estômago. Ex: bertalha, repolho, coentro, alface.

Óleo – Hoje em dia existem máquinas que podem facilmente extrair o óleo com a vantagem da pureza e da praticidade. A função terapêutica depende da erva. Ex: o óleo de alecrim é muito bom para depressão e tristeza. Esfregar no chacra cardíaco (coração) ou massagear em todo o corpo.

Azeite – Misturar o óleo com o sumo de ervas aromáticas. Deixar de molho por 10 dias, ou no sol com as ervas inteiras por alguns dias. Não é preciso coar. Ex: óleo comestível prensado a frio com manjericão, alecrim, alfavaca e orégano.

Pomada – Não utilizar lanolina nem outras substâncias nocivas: coloque 3 xícaras de óleo prensado a frio em banho-maria. Quando estiver bem quente jogue um tablete de cera de abelhas (mais ou menos 8cm 2 ). Espere derreter. Coloque um pouco em um prato, deixe esfriar e verifique se está com a liga de pomada. Se estiver muito consistente, acrescente mais óleo; se ficar mole, ponha um pequeno pedaço de cera. Experimente até encontrar o ponto certo. Apague o fogo e acrescente 40ml da tintura desejada. Ex: Poejo e menta para pancadas e dores musculares.

Xarope – Cortar 4 beterrabas em rodelas e cobrir completamente com mel de abelhas. Deixe no sereno até amanhecer no dia seguinte. O caldo adquirido é excelente para combater a tosse. Tomar 3 colheres de sopa diariamente para adulto; criança, metade da dose.

Ungüento – Esquentar o óleo de coco ou amêndoa. Misturar com uma erva fresca triturada no pilão. Colocar um pouco de cera de abelhas. Derramar em um pano. Verificar se a temperatura está suportável e pôr na área afetada. Ex: ungüento de mastruz para contusões.

Compressa – Cozinhar as ervas em decocção, deixando o chá bem forte. Coar e esperar que a temperatura fique suportável. Aplicar, com uma gaze na área afetada. Envolver com um pano seco e grosso para conservar a temperatura. Trocar as compressas na medida em que esfriarem. Ex: compressas de gengibre para dores.

Banho Vegetal – Cozinhar uma ou várias ervas em decocção por cerca de 30 minutos. Banhar o corpo em partes ou complementos em uma temperatura de 38 graus. Ex: banho de assento com folha de malva rosa para problemas genitais femininos. Banho de imersão com pétalas de rosas e camomila para relaxar e hidratar a pele. Escalda-pés com chá de barbatimão e erva de bicho para varizes.

Banho de clorofila – Consiste em enrolar todo o corpo com ervas. Ficar exposto ao sol por cerca de 20 a 30 minutos. Por exemplo: enrolar o corpo com folhas de bananeira. É relaxante, vitalizante, desintoxicante e nutritivo.

Pó de folhas – Deixar as folhas secarem na sombra. Depois bater no liquidificador e peneirar. Exemplo: pó de mandioca para anemia.

Inalação – Ferver as ervas por 15 minutos. Destampar a panela e receber o vapor na área afetada, cobrindo essa região com um lençol grande ou cobertor para abafar (imagine uma tenda bem fechada onde o ar externo não possa penetrar). Inalar durante 10 minutos e, imediatamente, um dos banhos frios, seja vital, assento ou genital. Exemplo: folhas de eucalipto para problemas reparatórios. Se for criança muito pequena, despejar um pouco de álcool depois que a panela sair do fogo e deixar no quarto onde a criança estiver dormindo.

Inseticida – O odor exalado por determinadas ervas espantam os insetos. Também pode ser usado o óleo de planta. Exemplo: plantar citronela ao redor da casa para pernilongos e borrachudos.

Cataplasma – Pilar folhas cruas ou cozidas. Colocar diretamente na pele com um pano seco e grosso. Exemplo: folhas cruas de confrei, pepino, camomila e tanchagem para a pele.

Gargarejo – Fazer um chá em decocção, coar e fazer gargarejos. Exemplo: folhas e o fruto da romãzeira.

As ervas e seus efeitos

As ervas ainda podem ser usadas terapeuticamente no artesanato, na fabricação de tapetes, travesseiros, roupas e muito mais. A fitoterapia ainda nos proporciona a terapêutica visual, que consiste apenas em admirar a natureza.

Os sentimentos de prazer, alegria e bem-estar levam mensagens para as células do corpo, dando o comando de reorganização e harmonização, promovendo a cura do ser humano como um todo (holístico). São muitas as pessoas que se curam dessa maneira, algumas vezes conscientes e outras não.

Efeitos das ervas:

- Nutricional, laxante, diurético, sudorífero, expectorante, cicatrizante, antiinflamatório, desinfetante, calmante. É uma terapêutica versátil e que com algumas exceções, não oferece riscos. É preciso tomar cuidado para não usar o chá com raciocínio alopático, por exemplo, para “cortar” uma doença.

Melhor ingerir para ajudar a doença a sair, o que geralmente acontece através do suor ou outras excreções. Para a naturopatia, a doença é um momento em que o corpo faz eliminações tóxicas. Interromper esse processo é um erro irreparável.

A postura correta é investigar as causas da doença, corrigir hábitos errôneos como a alimentação e ver o doente como um ser único que pensa, sente, tem desejos, emoções e que, por mais que negue pode não estar conseguindo harmonizar-se consigo mesmo, com os outros nem com Deus.

Não entendemos que os vírus sejam responsáveis pela doença já que um corpo equilibrado (com o Ph e temperatura adequada) não aloja vírus nem bactérias, pois estes gostam de sangue ácido e alta temperatura a qual chamamos febre interna.

Portanto, não se deve dizer que se está doente, mas que se está fazendo uma eliminação tóxica e a planta medicinal deve ser usada com o intuito de recompor o equilíbrio perdido. Um questionamento profundo é necessário para descobrir o que provocou a doença. Para a naturopatia, quando o doente toma um remédio alopático, ele pode perder o sintoma da doença e pensar que está curado.

Mas com o tempo, a doença tende a se manifestar em outro lugar. Infelizmente, a pessoa não se dá conta para fazer esse paralelo. Com os procedimentos naturais, é provável que a pessoa fique livre até de outras doenças que estivessem por vir, inclusive as “incuráveis”.

A fitoterapia ficou esquecida na década passada e agora está sendo retomada depois de sua comprovação científica; porém, nem sempre reconhecida pela área médica, por falta de informação ou fidelidade aos laboratórios que demonstram a cada dia não terem interesse em livrar os usuários da doenças.

Faz-se referência aos laboratórios que fabricam remédios químicos alopáticos, uma das indústrias mais rentáveis do mundo. Eles têm acesso direto às faculdades de medicina, seduzindo os futuros médicos. Esses laboratórios ainda são os responsáveis por quase 100% dos Congressos.

Certamente não terão interesse em divulgar um método alternativo, muitas vezes sem custo algum para o usuário.

 

 
 















 


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