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A AÇÃO DA MICRODERMOABRASÃO NO TRATAMENTO DE HIPERCROMIAS FACIAIS EM PESSOAS COM FOTOTIPO CUTÂNEO ENTRE IV E V



 

Supervisão: Professora Cristiane Pinto Ribeiro
Autoras:
Ellen Paim de Abreu Paulo, Silvia Regina Filgueira Santos 

Introdução: A pele possui relação com sistema nervoso central na captação de sensações provenientes do meio externo, além disso, é considerado o maior órgão do corpo humano, sua origem é ectodérmica e mesodérmica e sua divisão se dá em três camadas: a epiderme, a derme e a hipoderme. Estas camadas fazem papel importante na barreira contra agressores externos. A pele varia em espessura e características conforme a região anatômica e os anexos cutâneos presentes (KEDE; SABATOVICH, 2004).

A pele apresenta diversas funções importantíssimas para o organismo como proteção e sustentação, além disso, pode refletir tanto alterações de origem exógenas como endócrinas, sabe-se que problemas de ordem emocional podem afetar o tecido tegumentar; pela cor da pele pode-se identificar a origem étnica de um individuo antes mesmo de analisar outros traços como formato de nariz, tipo de cabelo ou cor dos olhos.

No Brasil essas características geralmente mostram a miscigenação de raças, presente e comum em nosso meio social, sendo assim podemos identificar os mais diversos tons de pele, encontrados principalmente nas etnias mais pigmentadas. Levando em consideração essa dificuldade em relação à compreensão cor da pele, utiliza-se a classificação de Fitzpatrick para fototipo cutâneo, esta escala é utilizada para estabelecer a reatividade da pele de cada individuo a exposição solar, segundo Rubin, 2007 pode também ser usada para prever as reações da pele às agressões físicas e químicas.

A escala de Fitzpatrick promove também indicação do potencial de discromias, sendo que quanto maior for o fototipo há mais propensão a hiperpigmentação, e menor grau de fotoenvelhecimento, entre outros fatores. “A escala de tipo cutâneo de Fitzpatrick pode ser utilizada para predizer como a pigmentação da pele irá responder a cada tipo de peeling especifico”... (RUBIN, 2007).

A hiperpigmentação em face é o resultado mais comum das lesões cutâneas em peles morenas e negras. Por causar grande desconforto, as manchas hipercrômicas são responsáveis por grande parte das visitas em consultórios dermatológicos e clínicas de estética. Como cada dia mais a valorização por uma aparência que esteja dentro dos padrões de beleza impostos pela mídia é exigida em nossa sociedade, causando insatisfação naqueles que não se enquadrem nestes padrões, gerando muitas vezes distúrbios de ordem social e emocional e interferindo de forma significativa no convívio e nas relações interpessoais. Portanto a abordagem terapêutica deve ser cuidadosamente escolhida (MAIO, 2004).

Essas alterações podem ter sua origem na ação dos raios ultravioletas, nos problemas endócrinos ou por traumas. As diferentes colorações de pele e as diferentes respostas à radiação ultravioleta não são os únicos itens a serem levados em consideração, mudanças na estrutura e funcionalidade do tegumento em peles mais escuras são de suma importância e indispensáveis na escolha dos tratamentos. Sendo a miscigenação racial um fato no Brasil, é muito comum pessoas de pele clara apresentarem semelhanças nas respostas a estímulos, de padrão negróide, que podem estar relacionadas a fatores de ordem genética. Sendo assim o conhecimento aprofundado das diversas técnicas estéticas presentes no mercado e das diferenças entre as raças pode garantir um diagnóstico correto e o controle imediato de possíveis adversidades (MAIO, 2004).

Apesar dos distúrbios pigmentares serem muito comuns em peles com fototipo cutâneo IV e V, os trabalhos científicos com essa abordagem são raros; e mais comuns em peles claras, sendo obvia a dificuldade em se tratar peles com esse grau de reatividade à exposição solar, os trabalhos que indiquem a melhor abordagem terapêutica são extremamente importantes para o meio acadêmico. A microdermoabrasão é uma técnica desenvolvida por um dermatologista alemão chamado Kromayer em 1905. O método consiste em projetar sobre a pele microcristais de hidróxido alumínio, quimicamente inertes; pode ser um procedimento invasivo se respeitado o limite da epiderme e sua aplicação rápida demonstra uma de suas melhores vantagens (MAIO, 2004).

O presente trabalho utiliza a técnica de microdermoabrasão no tratamento de hipercromias faciais em pessoas com fototipo cutâneo entre IV e V, propondo assim uma nova técnica para estes clientes que apresentam dificuldade na reação a alguns peelings químicos.

 


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