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- Avaliação dos efeitos da Vacuoterapia (Terapia Subdérmica Não Invasiva – NIST) em tratamentos de Revitalização Facial – Estudo de Caso



 

Supervisão: professora Ana Lúcia Nalin S. Vieira
Autora: Vanessa A . Augusto Siqueira da Silva

Trabalho ganhador do Prêmio Payot

Introdução: O conceito de beleza variou na história da humanidade de acordo com a época ou a civilização dominante. Entretanto, esteve sempre estreitamente relacionado com a manutenção do aspecto juvenil. Com isso, a manutenção da aparência jovem tem adquirido importância pessoal e econômica cada vez maior, exigindo avanços na compreensão da fisiopatologia do envelhecimento, com a intenção de retardá-lo o máximo possível.

Segundo Papaléo Netto ( 1996 ), o envelhecimento é um processo dinâmico, progressivo e irreversível, no qual há modificações morfológicas, funcionais, bioquímicas e psicológicas que determinam perda da capacidade de adaptação do indivíduo ao meio ambiente. Envelhecimento representa o conjunto de modificações que acontecem no organismo, a partir do nascimento e como conseqüência do tempo vivido.

Também sabemos que o mesmo decorre de um processo individual e, dessa forma, ocorre diferentemente em cada ser humano trazendo aspectos distintos em cada um de nós, bem como deixando marcas e expressões que podem ser delimitadas como “registros do tempo” em nossos rostos de forma peculiar e particular, não podendo ser, de maneira alguma, generalizado.

Os aspectos estéticos desfavoráveis acentuam-se com o envelhecimento, cujo estudo tem por isto mesmo merecido intensas investigações. A aparência senil da pele, representada por rugas e flacidez, resulta de alterações a nível molecular. Modificações do colágeno, proteína fundamental do tecido conjuntivo, são responsáveis pelas evidencias anatômicas deste processo.

O estudo da senilidade quanto à produção, quantidade, qualidade e disposição das fibrilas colágenas, têm fornecido subsídios para a compreensão das alterações estruturais e funcionais que ocorrem durante o envelhecimento O envelhecimento facial é um mecanismo fisiológico que acomete visivelmente a pele e as estruturas subjacentes, trazendo alterações inestéticas e funcionais.

Hoje em dia, podemos nos deparar com um amplo e diversificado estudo que abrange desde os mecanismos celulares e moleculares que determinam o envelhecimento, até mudanças comportamentais que o indivíduo e a sociedade progressivamente deverão assumir perante essa nova realidade populacional. Atualmente, é de fundamental importância que o profissional interessado nesta área esteja atualizado nas peculiaridades anatômicas e funcionais do envelhecimento. As propriedades físicas da pele foram caracterizadas inicialmente por DUPUYTREN (1834) e LANGER (1861), analisando as variações direcionais na tensão e extensibilidade cutânea no organismo, descreveram suas famosas linhas de clivagem, também chamadas de máxima tensão, ou de extensibilidade mínima.

O ritmo de mudanças nas funções orgânicas varia não só de órgão para órgão, como também entre pessoas da mesma idade, fatos que fazem parte do processo de envelhecimento, e justificam a impressão de haver distintas formas de se expressar, apesar de ser este um processo natural. A epiderme e a derme adelgaçam-se existindo menos fibras elásticas que se alteram, ficando a elastina porosa e menos flexível se exposta à luz, aliada à diminuição da espessura da epiderme e subcutâneo (em particular extremidades), alterações essas que dão base aos sulcos e rugas na pele (JACOB FILHO & SOUZA, 2000).

A pele desempenha um papel importante na manutenção da homeostase do corpo, assegurando assim a continuação da atividade normal das próprias células. Dentre as suas funções, destaca-se a proteção, representada pela barreira física que protege o corpo contra a invasão de microorganismos, devido à existência de uma película líquida com pH ácido, podendo atuar como anti-séptico e retardar o crescimento de microorganismos na sua superfície, impedindo a entrada de substâncias estranhas do meio externo (incluindo a água), proteger contra o excesso da radiação ultravioleta e reduzir gradualmente a perda de água do corpo para o meio (Spencer, 1991)........


Vanessa A . Augusto Siqueira da Silva


Professora Orientadora: Ana Lúcia Nalin S. Vieira

 


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